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O estudo da psicanálise começou em 2002 com cursos no Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. Em 2008, ali conclui Extensão Universitária em Clínica Psicanalítica: Conflito e Sintoma, para em seguida iniciar grupos de estudos da obra de Sigmund Freud, sendo o mais extenso deles sob orientação da professora Noemi Moritz Kon, por sete anos. No Sedes, integrei a formação do curso de especialização Família e Casal na Atualidade – Construindo Práticas de Atendimento. Também sou formado, na mesma instituição, no curso de aperfeiçoamento Terapia Psicanalítica de Família e Casal.
O mestrado, defendido pelo Instituto de Estudos da Linguagem (Unicamp) em 2013, baseou-se no instrumental psicanalítico para focar o sujeito em sua relação com o ambiente e os grupos.
No Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo, uma comunidade orientada de acordo com o ensino de Sigmund Freud e Jacques Lacan e filiada à Internacional dos Fóruns do Campo Lacaniano, integro desde 2018 as Formações Clínicas, a Rede de Pesquisa Sobre as Psicoses e a Rede de Pesquisa Corpo, Arte e Tecnologia.
No início de 2025, formei-me em Arteterapia, em curso de especialização pela Unip, dando seguimento a uma pesquisa pessoal sobre os vínculos entre arte e clínica. Em seguida, fui convidado a alguns desafios, como colaborar com o Instituto Casa do Todos, focado em saúde mental, com atuação há mais de 20 anos, e no Centro de Apoio ao Deficiente Visual (Cadevi), esta com mais de 40 anos de atividades.
Minha graduação, ainda no século passado, foi em jornalismo, e meu interesse imediato pelo mundo psi surgiu enquanto editor de comportamento em revistas como Veja, Istoé, Marie Claire e Crescer.

Na psicanálise, o desafio de encontrar formações inconscientes é enfrentado num ambiente seguro, ínt… mais

O atendimento é procurado geralmente por motivos como perda de intimidade, falta de diálogo na relaç… mais

O atendimento familiar é procurado geralmente por um membro da família que identifica conflitos e di… mais

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A criança geralmente chega à clínica por indicação dos pais, cuidadores, escola ou médicos, que se p… mais
Um psicanalista é treinado para buscar na fala de seu paciente, em suas escolhas, silêncios, senso de humor, sintomas, atos falhos e relatos de sonhos; as manifestações do inconsciente.
Outra busca é pelo desejo. Esta descoberta é sempre reveladora, e na trilha ao seu encontro vão-se revelando pontos de luz e sombra que têm muito a dizer e aguardam convocação.
Isso para que se possa, de forma organizada e disciplinada, chegando perto de alguma forma desse achado, oferecê-lo ao paciente.

O local das sessões é geralmente um consultório com poltronas e divã, silencioso, isolado e o mais c… mais

Desde a pandemia de Covid-19 (2020-22), os psicanalistas tem atendido com mais frequência e debatido… mais
Deixei respostas para as dúvidas mais comuns. Caso haja questões que não estejam aqui, pergunte. Entre em contato comigo.
O atendimento psicanalítico precisa ser pensado com o próprio analisante, que vai criar com o analista uma rotina. Comumente, mas isso não é uma regra, se dá por meio de sessões de cerca de 50 minutos (no caso de atendimento de famílias, as sessões são mais longas). A periodicidade depende das demandas do paciente, mas é comum que sejam semanais. Durante as sessões, será pedido ao analisante que fale sobre suas questões. O analista se compromete a buscar em sua fala sinais do inconsciente que estejam a ponto de se manifestar. O ambiente é seguro, nada do que o paciente disser deixará o local onde acontece a sessão.
As primeiras sessões, que chamamos de "entrevistas", servem para que o paciente entenda como é o método de trabalho do analista e perceba se isso o agrada, e para que o analista avalie se tem condições de ajudar o paciente nas demandas que ele traz.
Ao contrário do que muitos pensam e alguns divulgam, o analista interage, acolhe e tem empatia pelo paciente, e suas falas e interpretações acontecem de acordo com a necessidade de cada caso. Mas será pedido ao paciente que fale, porque é na linguagem, e não só na verbal, que está o conteúdo a ser trabalhado pelo analista.
Depende de cada caso e o quanto de conteúdo cada um tem para trabalhar, pois é sempre um atendimento extremamente focado em cada sujeito. Há métodos que estabelecem prazos, como a psicoterapia breve, e também podem ser estabelecidas avaliações periódicas do trabalho analítico, feitas em conjunto pela dupla analista/analisante de tempos em tempos.
É comum que as sessões tenham duração de cerca de 50 minutos, e ocorram uma vez por semana. Porém, não há nada que indique esta periodicidade como uma regra a ser seguida. Isso pode e deve ser combinado em conjunto, de acordo com as demandas apresentadas.
A psicanálise que pratico é um processo de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, que envolve a investigação do inconsciente, das emoções, desejos e memórias do paciente. São utilizadas técnicas de investigação que descubram vínculos entre a história e os afetos do paciente que não estejam claros até o momento.
Sim, qualquer fala no consultório é altamente confidencial e segue os padrões éticos rigorosos da profissão. Nenhuma informação compartilhada durante as sessões deixará o local da análise. Esse "acordo" é fundamental para que se estabeleça uma relação de confiança e fértil entre analista e analisante.
É importante que o paciente fale tudo o que vier à mente durante a sessão, sem freios ou censura, inclusive sentimentos intensos ou desconexos como raiva, e até os direcionados ao analista. Isso porque na psicanálise a transferência, que é a projeção de emoções e experiências passadas, e a associação livre, que é a fala sem censura ou filtro, são fundamentais para o processo terapêutico. Caberá ao analista evitar julgamentos morais e avaliar por que e como acontecem as emoções. Dessa forma, é possível compreender as raízes dos problemas e trabalhar para superá-los.
A terapia psicanalítica tem sido benéfica para problemas emocionais que envolvem inibições, sintomas e angústia, incluindo questões contemporâneas como ansiedade, depressão, transtornos alimentares, as chamadas patologias limite (bipolaridade, borderline etc) e muito mais. É uma técnica e uma prática altamente individualizada, na qual evita-se a aplicação de fórmulas gerais ou soluções pré-concebidas. As soluções serão buscadas em conjunto pelo analista e seus analisantes com base na experiência de cada um e nos resultados que tem sido apresentados ao longo dos mais de 120 anos de prática analítica.
As linhas de trabalho, para todos os profissionais podem variar muito. Mas pode-se dizer que: O psicanalista freudiano trabalha principalmente com o inconsciente da pessoa. Busca isso de várias formas e tenta apresentá-lo ao paciente. Na formação lacaniana, e este também é meu caso, busca o desejo e a posição dos pacientes com relação às questões trazidas. Recorre-se à comunicação dos pacientes (verbal ou não verbal, falas e silêncios), pois se acredita que a linguagem traz o inconsciente. O psicólogo,que aplica um tratamento ainda mais tradicional, tem um trabalho geralmente mais relacionado à investigação da parte consciente e do ego dos pacientes. Recorre a questões comportamentais e a muitos procedimentos terapêuticos. O psiquiatra é um médico focado em diagnosticar e tratar de problemas pontuais apresentados na clínica, e pode ministrar medicamentos como apoio.
Estou pronto para te ajudar. Entre em contato para agendar uma primeira sessão.